Pessoal, a primeira dica que eu (que como já disse sou um pobre paulista da classe média) posso dar a vocês é em relação ao consumo de alimentos e bebidas no litoral norte. Em bares, restaurantes, lanchones, padarias e quiosques tudo é muito caro! Até mesmo em supermercados os preços não são os mesmos praticados em São Paulo.
Por exemplo, em uma lata de cerveja que em qualquer supermercado de São Paulo você pagaria R$ 0,95, nos supermercados da praia você não pagará menos de R$ 1,20 ou 1,30. E nos bares, lanchonetes, padarias e quiosques, uma lata de cerveja não sai por menos de R$ 4,00. Se você quiser beber à vontade enquanto estiver tomando sol, eu aconselho você levar a sua cerveja em caixas térmicas com bastante gelo.
Muita gente acha que é uma vergonha aparecer na praia com uma caixa térmica recheada de bebidas mas acreditem, não é! Aliás é muito comum vermos pessoas distintas com suas caixas térmicas na praia. Uma outra dica bem útil é que os quiosques geralmente aceitam que você ocupe uma mesa, beba a sua própria cerveja se você consumir porções ou até mesmo outras bebidas vendidas por eles. Não precisa ser muito, tipo uma porção de fritas que é bem barato e gostoso.
Muita gente acha que é uma vergonha aparecer na praia com uma caixa térmica recheada de bebidas mas acreditem, não é! Aliás é muito comum vermos pessoas distintas com suas caixas térmicas na praia. Uma outra dica bem útil é que os quiosques geralmente aceitam que você ocupe uma mesa, beba a sua própria cerveja se você consumir porções ou até mesmo outras bebidas vendidas por eles. Não precisa ser muito, tipo uma porção de fritas que é bem barato e gostoso.
Isso pode ser bem útil caso você não tenha guarda sol e nem cadeiras de praia e ainda precisar usar o banheiro. Claro que as porções não são baratas, mas de vez em quando caem bem, e na maioria das vezes acabamos gastando mais com bebidas do que com alimentos.
No Natal de 2011 eu fui para São Sebastião com minha esposa. Não tínhamos nem cadeiras de praia e nem guarda sol. Chegamos bem cedo na praia e havia muitas sombras das árvores sobre a areia e bem perto da água. Para mim é perfeito pois eu adoro uma sombra. O problema é que eu esqueci que aquelas sombras iam se movimentar com o decorrer do dia, e quando eu vi estava colado no muro de uma casa buscando a última faixa de sombra.
No Natal de 2011 eu fui para São Sebastião com minha esposa. Não tínhamos nem cadeiras de praia e nem guarda sol. Chegamos bem cedo na praia e havia muitas sombras das árvores sobre a areia e bem perto da água. Para mim é perfeito pois eu adoro uma sombra. O problema é que eu esqueci que aquelas sombras iam se movimentar com o decorrer do dia, e quando eu vi estava colado no muro de uma casa buscando a última faixa de sombra.
Como na praia onde estávamos (Paúba) não havia ninguém que aceitasse um cartão de débito para utilizarmos as cadeiras e guardas sóis, tivemos que ir ao supermercado em Maresias comprar um, que nos custou R$ 40,00 (do mais vagabundo). Sem contar que eu acabei entrando no mar com o celular no bolso e o matei afogado.
Sobre alimentação a dica é a seguinte, vários restaurantes de lá vendem pratos que servem de duas até três pessoas por uma média de R$ 40,00. Parece caro, mas pense que você com um prato consegue alimentar até uma família pequena tipo um casal e duas crianças. O negócio é realmente procurar, pois aqueles que estão mais à vista são os que cobram mais caro mesmo. Lembro que o que me ajudou bastante foi um café da manhã bem reforçado e um pacote gigante de Doritos durante a tarde.
Se você for se hospedar em pousadas, não dá para levar comidas para cozinhar lá, mas dá para levar de São Paulo bolachas, biscoitos, petiscos, que podem enganar um pouco da fome exagerada que sentimos na praia. Caso porém for se hospedar em alguma casa ou apartamento que tenha uma geladeira e um fogão, não tenha medo de ser feliz e faça aquela compra (macarrão instantâneo, pães de forma, frios, ovos, leite, além daqueles já mencionados).
Então não tenha medo de antes da viagem enfrentar um supermercado (em São Paulo!) e comprar esses alimentos e bebidas à vontade (principalmente água). Essa prática virou costume em meus roteiros.
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